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Kingston Imprensa 2007


Kingston investe na “produção verde”

Todos os produtos da empresa, incluindo os comercializados no Brasil, estão adequados às novas normas da União Européia que controlam o uso de metais pesados.

Maio de 2007 – Usuários brasileiros antenados com o consumo consciente já têm uma opção ecologicamente correta para expandir a memória de seus computadores, periféricos e equipamentos digitais. A Kingston Technology, maior fabricante mundial independente de memórias, baniu o chumbo do processo de fabricação. O resultado são produtos mais “limpos”, que causam menos impacto ao ambiente.

Totalmente concluído no ano passado, o processo de modificação da produção foi iniciado em 2003, quando a União Européia (UE) divulgou a diretiva RoHS (Restriction of Hazardous Substances, ou restrição de substâncias perigosas). A medida proíbe que produtos sejam fabricados com metais pesados e outras substâncias potencialmente nocivas à saúde e ao ambiente. “A legislação entrou em vigor nos países da UE em julho do ano passado, mas os consumidores em todo o mundo saíram ganhando, porque decidimos adequar todas as nossas fábricas às novas normas européias”, afirma Jean-Pierre Cecillon, diretor geral da Kingston no Brasil.

Seis substâncias foram vetadas pela RoHS: cádmio, chumbo, mercúrio, cromo hexavalente, bifenilos polibromados e éteres difenil-polibromados. Para a Kingston, o principal desafio era o chumbo, que continua sendo largamente empregado em soldas pelas empresas que não se adequaram à diretiva da UE. “Desenvolvemos processos de montagem que não necessitam de solda”, explica Cecillon. Em alguns produtos, porém, a solda ainda é obrigatória. “Nesses casos, utilizamos uma solda totalmente livre de chumbo, composta por prata, cobre e estanho.”

Prevenção
Usuários que possuem produtos Kingston fabricados antes de 2006, porém, não precisam se preocupar. Em condições adequadas de uso, eles não oferecem risco de contaminação.

O que levou a UE a criar a nova diretiva foi o lixo eletro-eletrônico. “Com os avanços tecnológicos, a vida útil dos equipamentos está cada vez mais curta”, diz Cecillon. Principalmente nos países desenvolvidos, onde a demanda por máquinas usadas é significativamente menor, elas vão parar em aterros sanitários que, muitas vezes, não possuem nenhum controle químico. Expostos à umidade, os equipamentos e seus componentes se degradam e liberam substâncias nocivas que podem contaminar as fontes de água potável.

A expectativa é que outros países adotem gradativamente medidas semelhantes à RoHS. China, Japão e Estados Unidos, por exemplo, já estão trabalhando nesse sentido Um Estado norte-americano já se antecipou à decisão federal. Em janeiro deste ano, entrou em vigor na Califórnia (EUA) uma lei que proíbe a comercialização de qualquer produto eletro-eletrônico que tenha sido vetado na Europa.

Sobre a Kingston Technology –Fundada em 1987, a Kingston Technology é a maior fabricante mundial independente de módulos de memória para computadores e para dispositivos digitais, com vendas de mais de US$ 3,4 bilhões em 2006. Sediada em Fountain Valley, Califórnia (EUA), conta com unidades de produção certificadas na Malásia, Taiwan, China e em Fountain Valley, incluindo a Payton Technology Corp., que realiza o encapsulamento, teste e logística para memórias. No Brasil, a Kingston está desde 1996. Mais informações sobre a Kingston no país podem ser obtidas no site www.kingston.com.br ou pelo telefone (11) 5185-2858.

O nome e o logotipo Kingston são marcas registradas da Kingston Technology Corporation. Todos os direitos são reservados. Todas as demais marcas são propriedade de seus respectivos detentores.

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